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Quem pode elaborar o PGR e a análise ergonômica na empresa?
A elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e da Análise Ergonômica Preliminar é uma etapa fundamental para a gestão de saúde e segurança no trabalho. Em termos legais, não há impedimento para que qualquer pessoa realize essas atividades, desde que utilize a metodologia correta e siga as diretrizes estabelecidas pelas normas vigentes. Inclusive, o próprio empregador pode conduzir esses processos, desde que tenha conhecimento técnico suficiente para fazê-lo de forma adequada.
Apesar dessa possibilidade, é importante compreender que o PGR e a análise ergonômica envolvem a identificação de riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais, além da proposição de medidas de controle eficazes. Uma avaliação superficial ou mal conduzida pode deixar riscos importantes de fora, comprometendo a segurança dos trabalhadores e expondo a empresa a problemas legais e trabalhistas no futuro.
Por esse motivo, o mais indicado é contar com uma equipe multidisciplinar para a elaboração desses documentos. Profissionais como engenheiros e técnicos de segurança do trabalho, médicos do trabalho e psicólogos possuem formações complementares que permitem uma análise mais ampla e precisa do ambiente laboral. Essa integração de conhecimentos contribui para diagnósticos mais completos e para a definição de medidas preventivas realmente eficazes.
Além de atender às exigências legais, um PGR e uma análise ergonômica bem elaborados geram benefícios diretos para a empresa, como a redução de acidentes, afastamentos e passivos trabalhistas, além da melhoria do clima organizacional e da produtividade. Investir em uma condução técnica e qualificada desses processos não é apenas uma obrigação, mas uma estratégia inteligente de proteção, cuidado e sustentabilidade do negócio.
Autoria de Graziele Cabral por WMB Marketing Digital
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